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Vale abre vagas de trabalho em mina de carvão em Moçambique
12/07/2018

Selecionados ajudarão a formar operadores no país africano; profissionais devem ter experiência na operação de caminhões fora de estrada, escavadeiras e tratores de esteira de grande porte. Empregados na mina de Moatize, um dos maiores investimentos da Vale em Moçambique Divulgação A Vale abriu inscrições para profissionais com experiência em mineração que vão ajudar na formação de jovens operadores em Moçambique, onde a empresa mantém uma mina de carvão. São 39 vagas para profissionais que tenham no mínimo 12 anos de experiência na operação de caminhões fora de estrada, escavadeiras e tratores de esteira de grande porte. Eles ficarão no país por até dois anos. As inscrições devem ser feitas pelo site www.vale.com/oportunidades até 15 de julho. Os candidatos atuarão como instrutores de operação de mina. Eles devem ter ensino médio completo, profundo conhecimento sobre os equipamentos e sobre normas de saúde e segurança e perfil colaborativo e de liderança. O processo seletivo será composto de análise de currículo, entrevistas e exame prático. A previsão é que os contratados comecem a trabalhar em setembro. Inaugurada pela Vale em 2011, a mina de Moatize produziu 11,3 milhões de toneladas de carvão em 2017 e é um dos principais investimentos de Moçambique. Seis anos em Moçambique Riverley Torres recebendo a primeira turma de aprendizes na mina de Moatize Divulgação O orientador operacional de mina e porto Riverley Torres, de 39 anos, trabalhou por seis anos capacitando os operadores locais antes do início da operação e após a inauguração da mina, ocorrida em 2011. Retornou ao Brasil em 2015. Ele trabalhava como instrutor na mina do Sossego, quando houve um processo interno para atuar em Moçambique. "Era uma oportunidade para iniciar uma mina do zero", diz. Quinze dias após estar em Moçambique, descobriu que a esposa estava grávida. A família dele chegou dois anos e meio depois. Após quase cinco anos lá, nasceu o segundo filho. Ele conta que só retonou, após seis anos, devido a questões de saúde com a sogra e o pai. Entre as atividades, Torres implantou projeto de treinamento para jovens moçambicanos virem ao Brasil e também levou brasileiros para treinar as equipes em Moçambique. Em seu trabalho, chegou a ser promovido a supervisor. "Foi um enriquecimento profissional, pessoal e cultural gigantesco, que até hoje eu não consigo mensurar isso, a cada dia que eu vou percebendo o quanto isso foi bom para minha vida e ainda hoje estou colhendo esses frutos", diz. Torres começou na Vale em 2002, foi operador e em seguida tornou-se instrutor operacional. Atualmente trabalha no Complexo S11D, em Canaã dos Carajás (PA). Riverley Torres na mina de Moatize, da Vale Divulgação
Fonte: G1
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